quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

I am Sam



Resumo

“I Am Sam – A Força do Amor” é a história de Sam Dawson (Sean Penn), um homem com uma deficiência mental que educa a sua filha Lucy (Dakota Fanning) com a ajuda de um grupo de amigos extraordinários. No entanto, quando Lucy faz sete anos e começa a ultrapassar intelectualmente o seu pai, uma assistente social tenta retirar a criança a Sam.
Perante esta situação, o pai luta contra o sistema legal e forma uma aliança com Rita Harrison (Michelle Pfeiffer), uma advogada que aceita o caso num desafio aos colegas de profissão.
Juntos, Sam e Rita lutam para convencer a assistência social a deixar regressar a criança a casa. Nessa luta, emerge a força incondicional do amor.

Comentário: "Uma lição de amor" é mesmo uma lição. Este filme retrata bem as limitações de um deficiente e mostra claramente que existem níveis diferentes deficiência mentais, e que apesar das suas limitações, um deficiente pode e deve ter algumas responsabilidades. Neste filme também se aborda com uma sensabilidade impressionante o significado amor, fazendo a gente perceber o quanto esse sentimento é fundamental na vida das pessoas.


Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Comentário do filme “I am Sam”

"O que é ser deficiente?! O facto de uma pessoa possuir qualquer tipo de atraso mental, não significa que seja menos apta para trabalhar, casar, ter filhos, uma casa, conduzir... São pessoas normais que têm as suas limitações como todos nós temos. Se considerarmos que são deficientes por não conseguirem ter noção do perigo, do bem, do mal, das necessidades de outros, etc. então o nosso mundo está repleto deles. Os bêbedos, os drogados, os surdos, os cegos, os bebés, neste sentido, seriam todos “deficientes”. Talvez a única diferença seja a “doença” destes estar no cérebro. Pois bem, e depois?! São pessoas que têm direito è vida e a tudo de bom e mau que ela nos dá.
O Sam sofre de um atraso mental. Possui corpo de homem e cabeça de criança. Tem a mentalidade de uma criança de sete anos. Tem uma casa, um emprego, amigos e uma filha que acaba de fazer sete anos. Querem tirá-la porque dizem que ele não tem condições para a criar. Mas quais são as condições especiais, além de amor e afecto que mais se precisa?! Eu acho bom ser-se criança. Estas pelo menos dizem a verdade, choram quando o têm de fazer e principalmente são justas.
A vinculação é tudo isto. Cada pai/mãe dá aquilo de que é feito ao seu bebé. O Sam é feito de alegria, brincadeira, amor e preocupação. Talvez seja a perfeição. Mas o mais importante é a mensagem que o Sam irá transmitir à sua filha de nunca desistir das coisas, por muito impossível que pareça há sempre uma saída. O problema da questão é que a sua filha está a regredir na escola porque não quer que o seu pai saiba menos que ela. O pai é um ideal para qualquer filho e como tal, eles tendem a igualar-se. Aqui está o verdadeiro problema. O Sam seria capaz de demonstrar à sua filha que ela é a coisa mais importante e que ficaria orgulhoso em saber que ela é inteligente. Só que o Sam tem a mentalidade de sete anos. Como iria fazer entender-se?! Mas por mais difícil que seja expressarmo-nos alguém adivinha os nossos pensamentos, relação pai e filha.
Tirar um filho a um pai deve ser do pior que há no mundo. Para mim o melhor pai é aquele que percebe a necessidade do filho e sabe responder de forma firme e afectiva à sua necessidade. E acho que nisto o Sam tem todo o mérito.
Para mim não há nada melhor que um filho sentir-se desejado. Isto é raro ver hoje em dia, quando os pais “despejam” os filhos na escola o dia todo. Sendo à noite o único tempo que têm para estar com eles, que muitas vezes é compensado por uma ama. Pelo que vi no filme, o Sam nunca faltou à sua filha. Os médicos aconselham os pais a terem mais do que um filho, para fazerem companhia um ao outro. E o Sam é como um pai/irmão para a sua filha.
A conclusão que tirei é que a sociedade talvez esteja enganada. Porque quem é “deficiente” somos nós, os ditos “normais”. Somos nós que fazemos os filhos para sustentar um casamento, somos nós que os entregamos a não sei quem, somos nós que os enterramos num colégio a tirar um curso que não quer, somos nós que não falamos com eles. Os ditos “deficientes”, esses sim são pessoas “normais”, porque vivem numa sociedade que não é a deles, integram-se e depois ainda têm de se sujeitar a regras que não são para eles. Talvez sejam deficientes porque agem com o coração e não com a cabeça. E o mais importante de tudo, eles valorizam a entre-ajuda. Eis o seu sucesso!"

Sara Fernandes 12º B

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010


Esta imagem demontra sobre o trabalho infantil que tem como objectivo a "Proibição" das crianças trabalhadoras.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Introdução

Olá... Chamo-me Silvia Martins, tenho 17 anos e sou estudante da Escola profissional Agostinho Roseta no curso de Animação Sociocultural.

Este portfólio foi realizado pelo âmbito da disciplina Área de Estudo da Comunidade, orientada pela professora Joana Costa.

O objectivo geral deste portfólio é para termos os trabalhos em ordem e é para ter sempre uma pequena ideia do que ja falei e realizei nas aulas.

Por finalizar, acho que o portfólio é sempre bom fazer-lo !!

Muitos cumprimentos...